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Edição semanal 2026-W43 ·

Disfunção das policistinas e alterações elétricas cardíacas na ADPKD

Linguagem simples

A doença renal poliquística autossómica dominante (ADPKD) pode envolver o coração e os vasos sanguíneos além dos rins. Esta revisão narrativa sintetiza a investigação sobre o modo como alterações nos genes PKD1 e PKD2 — que produzem as proteínas policistina-1 e policistina-2 — podem afetar os cardiomiócitos e a condução elétrica cardíaca. Alterações na homeostasia do cálcio, stresse oxidativo e fibrose podem contribuir para hipertrofia ventricular esquerda e alterações do ritmo ou do eletrocardiograma, como prolongamento do intervalo QT ou fibrilhação auricular. A revisão reúne dados experimentais e clínicos para sublinhar a importância da vigilância cardiovascular na ADPKD; não apresenta um novo ensaio clínico.

Pergunta para a consulta

Preciso de fazer algum exame ao coração, como um eletrocardiograma ou ecocardiograma, no âmbito do seguimento da minha ADPKD?